por Denilson Silvério
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última modificação
13/12/2024 09h36
Ola , venho por intermédio deste , clamar por auxílio, em algo que toda cidade esta vendo no Conservatório de musica TOM MUSIC, de São Sebastião da Bela Vista, outrora já denunciado, mas ao que me parece o poder público ou tem preguiça ou não liga para o assunto...
A reitora do local dona Camila, que não é dona porém detém o poder de “adi-eternum” do local, faz literalmente o que quer no local, que hoje em termos culturais esta largado as moscas... mas o dinheiro não para de pingar...
Ela mais falta do que trabalha, é totalmente desequilibrada psicologicamente, empregando o marido dela no loca, vira e mexe eles tem brigas de casal em público no estabelecimento de ensino. Ela não tem um pingo de equilíbrio mental, é reitora do local desde sua criação, tomando pra ci como se fosse dona, tendo o controle total de verba, já empregou de forma irregular um jovem de menor sem idade para trabalhar, emprega o esposo e paga com verba pública, muitas vezes contrata informalmente pessoas para fazer o pouco serviço que ela tem no lugar dela, pra literalmente ficar dormindo...
O local parou de ser referência de boa escola, com incentivo a novos cursos, mais e mais aulas...
Ainda por cima ao que parece ela tem um cargo de cabide no poder público local, ainda recebe para ser fonoaudiólogo cargo no qual NUNCA exerceu, nunca houve nenhuma consulta dessa especialidade por parte dela, recebe sem fazer nada, com a verba do conservatório se auto paga e auto-paga quem ela bem entende para sempre fazer o trabalho dela, ela sempre parece estar surtada, e em ritmo de férias, trocando em miúdos por ser um cargo de alta chefia e total controle no qual ela ficou perpétua por sabe la qual motivo, ela fazem literalmente o que quer, ou NÃO FAZ É NADA MESMO, pois a preguiça e o senso de não ter patrão predominam a tal reitora. As verbas de pagamentos são feitas sem muita explicação, o que deixa em cheque a lisura desses tais pagamentos.... Praticamente é um boneco de porcelana que fica ali quando fica, sem fazer nada, deixando o local morrer surtando perto de alunos com ciúmes de seu esposo como se ainda tivesse 15 anos de idade. E recebendo verba governamental e da empresa Cimed.
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